sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Uma experiência transformadora no Pense Grande - Jogos de tabuleiro!

Minha vida é muito ligada ao empreendedorismo social desde muito pequena e por isso já vivenciei muitas metodologias e conheci muitas organizações sociais pelo mundo - assista ao meu TEDx talk sobre minha história aqui - e continuar esse processo de conhecer o novo e o que de fato é a inovação continua sendo um processo transformador.

O Pense Grande - programa da Fundação Telefônica Vivo - criado em 2013 para despertar e desenvolver ideias de negócios sociais de jovens com aportes tecnológicos no Brasil, tem feito uma verdadeira transformação no atual contexto da inovação, tecnologia e empreendedorismo social no país e me sinto honrada de contribuir um pouco com isso, não só como participante da rede de empreendedores Pense Grande (O Social Brasilis foi incubado pela incubação Pense Grande e demos um salto por lá), mas também como multiplicadora atuando na base do programa.

Incubação Pense Grande <3 td="">

No início desse ano (2017) recebi um convite especial para ser multiplicadora do Pense Grande pelo país, mobilizando jovens para ter mais contato com o que é, na essência mais original do termo, o empreendedorismo. Muitas vezes os jovens tem o contato pela primeira vez com o termo na vida ou possuem uma ideia de que o empreendedorismo é somente a criação de negócios milionários e que isso está muito distante da realidade deles. O objetivo era desmitificar isso e encorporar o empreendedorismo na vida, na educação, na realidade social dos jovens trabalhando criatividade, visão crítica e social, resiliência, raciocínio lógico da forma mais inovadora e criativa possível: Um jogo de tabuleiro.

Jogo Se Vira - Prog. Pense Grande

Eu passei por diferentes contextos aplicando o jogo Se vira do Pense Grande trabalhando essa mobilização com jovens em quatro diferentes cidades do país e foi incrível! Primeiro foi em Natal-RN em escolas públicas estaduais, segundo em uma organização social em Fortaleza-CE, terceiro no ensino técnico e profissionalizante em Maceió-AL e na UNEB (Universidade do Estado da Bahia) com universitários em Salvador e Alagoinhas-BA. Tirei um máximo de cada experiência e que ouvi deles, como empreendedora social e professora, serviu para testificar ainda mais que a construção de projetos, a aprendizagem baseada em desafios, enfim a inovação e a tecnologia em sala de aula, podem mudar o mundo.

-Todo projeto da escola devia ser como esse jogo. ( Aluno - Natal/RN - 2º ano Ensino Médio).

-As atividades e projetos da escola se resumem a palestras...a gente só escuta, tá nem ligando...com esse jogo nós estamos produzindo. (Aluno - Natal/RN - 2º ano Ensino Médio).

-Aprendi hoje que se não for desafiador não é transformador. (Aluna - Maceió-AL)

-A educação deve ser inovadora, temos que buscar o empreendedorismo na formação após a universidade, sobretudo, como pessoas, o jogo me  mostrou isso. (Aluno - Salvador-BA)

Aplicando o jogo, lembrei da minha experiência enquanto professora da rede estadual cearense entre 2012 à 2015 - onde o Social Brasilis (meu empreendimento social surgiu) - lecionando nas salas de alfabetização de jovens e adultos, usando várias técnicas para aprendizagem dos meus alunos e foi justamente um jogo de tabuleiro para o letramento que mais cativou meus alunos e os fizeram avançar e nesse exemplo que iniciava cada oficina do Jogo Se Vira do Pense Grande...relatando minha história no empreendedorismo, quando iniciei, lá no sertão do Ceará até 2015 vir a desenvolver um negócio social tecnológico através do incentivo dos meus alunos à época e tendo o Pense Grande como uma ponte de incentivo a realização, como empreendedora e como ativista social. Então, o empreendedorismo é acessível e possível a todos onde estivermos, com quem estivermos e com o que temos nas mãos. É "se vira" se você realmente quer fazer um sonho acontecer, literalmente.

Dois dos meus alunos de turmas de alfabetização com um jogo para letramento - 2014.

O jogo se vira passa essa mensagem para o jovem em um tabuleiro com cinco fases que são contextos sociais que cotidianamente costumamos vivenciar: sala de aula, lazer, rua, trabalho e casa. Existe um personagem central com características, aptidões e pontos fortes, ele ou ela é o personagem central do jogo e em cada fase os jovens tinham que tentar resolver problemas reais da vida do personagem a partir dos recursos (no máximo cinco cartas de recursos para cada participante) que tinham nas mãos e construir juntos uma solução para resolver aquele problema do personagem. Resolvido o problema, os jovens avançavam para fase seguinte e assim por diante até concluir o jogo. No final da primeira aplicação eu sempre ouvia:

-Posso jogar de novo?
-Vende onde?
-Você vai deixar esse jogo aqui,né?
-Poxa...quero compartilhar todas as soluções malucas que pensamos.
-Muito massa!

O jogo foi co-criado com ajuda de jovens empreendedores e intermediado pelo Instituto Crescer de São Paulo, o que me fez acreditar ainda mais em processos gamificados para o aprendizado, é o que tento fazer por aqui pelo Nordeste (metodologia gamificada ver aqui), fazendo também esse trabalho de base e isso SIM contribui com o mundo.

Instituto Crescer Maceió-AL
UNEB - Alagoinhas-BA


Continuamos junt@s nessa transformação!


Pense Grande, se vire...
Manú Oliveira









segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Hello, empreendedorismo social não é filantropia!

  Vivemos o Boom do empreendedorismo e da inovação nos últimos anos. O avanço tecnológico e digital são destaques e peças-chave do mundo das Startups - ideias de negócios inovadoras com potencial de mercado e grande escala.

  Nesse cenário e bem antes desse Boom, o empreendedorismo social surgia. Nomes como o Indiano e professor universitário Muhammad Yunus Nobel da paz pela criação e impulso do desenvolvimento econômico da Índia na década de 70 através da criação do microcrédito e do Norte Americano e executivo Bill Drayton fundador da Ashoka Empreendedores Sociais - organização pioneira no trabalho com o tema desde a década de 80 - figuram como grandes incentivadores e propagadores do tema no mundo. Porém, o surgimento do termo é imposto a década de 40 com a inglesa Florence Nightingale, que criou a primeira escola de enfermagem com práticas de assistência inovadoras para a época em meio ao cenário e problemáticas da segunda guerra mundial.

Game Olhares - jogo para desenvolvimento de habilidades empreendedoras

  Assim como a tecnologia e a informação avançaram a passos rápidos, o empreendedorismo social também evoluiu, ganhando novas caras e formas com o surgimento dos negócios de impacto. Um dos importantes nomes dessa nova era é Kelly Michel fundadora da Artemísia, organização pioneira na temática dos negócios de impacto social cujo lema é "entre mudar o mundo e ganhar dinheiro, escolha os dois", reforçando a importância da sustentabilidade financeira como propulsora para geração de impacto positivo na sociedade.

  Para quem é novo no campo, os negócios sociais ou negócios de impacto se dividem em duas frentes atualmente. Uma defendida pela Artemísia onde há distribuição de dividendos (lucros) entre os empreendedores e a defendida por Yunus onde os dividendos, lucros do negócio, são reinvestidos no próprio negócio para reforçar ainda mais o impacto social proposto pela iniciativa. Mesmo assim, nos dois casos, a sustentabilidade financeira do projeto e dos empreendedores são essenciais para o crescimento e cumprimento do objetivo final do negócio que é ajudar a reverter ou contribuir de forma positiva para a resolução de uma problemática social.

  Hoje, o Brasil já tem reconhecido o poder que os negócios sociais possuem para contribuir para o desenvolvimento econômico e social de um dado local, na geração de emprego e renda, contribuição na educação, saúde e moradia. Aceleradoras, incubadoras e investidores já buscam empreendedores sociais que tragam e visualizem soluções para problemas nessas áreas em questão, que venham a contribuir com uma parcela significativa da população (a base da pirâmide) que sofre com as carências dessas áreas.

Incubação Pense Grande da Fund. Telefônica Vivo apoia projetos de impacto social

  Apesar desses avanços que o empreendedorismo social traz e do retorno financeiro e social que ele visa para a sociedade e por consequência, para seus empreendedores, ele é visto, ainda, por muitos como sinônimo de filantropia, o que não é, de nenhuma forma, verdade. O empreendedorismo social traz as técnicas do mercado, o empreendedorismo em si, apontando para a criação de ideias de negócios/empreendimentos que resolvam alguma problemática social, que a população sinta as dores desse problema e que possivelmente se tornarão consumidores (clientes) de futuros empreendedores sociais que pensam soluções que melhorem o dia-a-dia da população em um dado contexto.

  Isso não é filantropia. A filantropia em si não exige o retorno imediato do beneficiário, é doação, é incentivo ao voluntariado, é ajuda para nossa falta de desenvolvimento social que ainda não garante oportunidades de educação igual para todos. Já o empreendedorismo social trabalha para esse desenvolvimento, para a formação de ecossistemas de inovação aplicados para a sociedade como um todo, para o desenvolvimento econômico que gere renda, empregos e que por sua vez, impulsiona o desenvolvimento social melhorando a segurança, educação, saúde e moradia. Isso é mudar o mundo e só se pode fazê-lo de forma consciente e realista, ou seja, no mundo real, onde todos temos direitos e deveres, temos que sobreviver, se sustentar, caso contrário, ideias não sobrevivem, pois seus empreendedores devem "sair para trabalhar" e é justamente isso que o empreendedorismo social prega: autonomia e sustentabilidade para os novos tempos, o empreendedor que tem como seu trabalho mudar o mundo e ter sua própria renda e gerar renda para outras pessoas em um ciclo virtuoso de transformação.

Cooperativa de mulheres artesãs - Cariri cearense Foto: Fernanda Fernandes

 Eu, como empreendedora social, à frente do Social Brasilis - negócio que atua para o empoderamento de pessoas através da educação e da tecnologia, desenhando metodologias e programas educacionais por intermédio de plataformas virtuais de aprendizagem - escuto muito em minhas palestras e formações a comparação do empreendedorismo social com a filantropia e resolvi compartilhar o conceito de forma mais ampla para que todos possam entender a importância desse campo para a transformação de vidas. Transformação de vidas essa como meu próprio exemplo de vida (assista ao meu TEDx aqui), desde os nove anos de idade estou no campo dos projetos e, assim como, boa parte das pessoas que compõem minha equipe que passaram por esse mesmo processo de transformação trazido pelo empreendedorismo social, então, não subestime o poder desse conceito quando aplicado na sociedade.
Jovens criando seus primeiros projetos vivenciando nosso Game Olhares

 Para concluir, vou deixar alguns links de empreendimentos sociais que se destacam hoje na sociedade Brasileira gerando transformação, alguns deles estão em nossa campanha #EuSouProtagonista 2017:

Moradigna - Negócio de impacto social em habitação.

Sonya - Um aplicativo de mobilidade urbana para deficientes visuais e pessoas com baixa visão. Link do vídeo aqui.

Tipiti - E-commerce de produtos regionais paraenses. Link do vídeo aqui.

Caso se interesse em aprofundar mais o tema ou até mesmo criar um projeto de impacto social entre em contato pelo formulário de contato desse site ou acesse a Fanpage do Social Brasilis no Facebook - link aqui e deixe suas considerações.


Links interessantes:

Negócios sociais e a criação de mercados:
http://m.folha.uol.com.br/empreendedorsocial/colunas/2017/10/1927716-negocios-sociais-estruturam-mercados-que-nao-existem-em-areas-pobres.shtml

O que é empreendedorismo social:
https://endeavor.org.br/empreendedorismo-social/



Abraços,

Manú Oliveira
Empreendedora Social - Social Brasilis


terça-feira, 10 de outubro de 2017

Palestra de inspiração e corredores digitais em Quixadá-CE

  Na semana do dia 03/10/2017 (terça-feira) - estive em minha cidade natal, Quixadá-CE, para compartilhar com a juventude da Unicatólica (universidade local) um pouco sobre minha história de vida no empreendedorismo social e sobre a oportunidade de participar de um programa de aceleração de ideias (Startups) gratuito para todo Ceará - o programa Corredores Digitais, programa esse que também colaboro.

   Foi incrível! Pela primeira vez estive palestrando sobre a temática em minha cidade e com minha família assistindo na primeira fila. Pela primeira vez minha mãe assiste e finalmente pode entender o que eu faço (rsrs) - foi inspirador.

Unicatólica - Quixadá-CE
  Mais inspirador que isso, foi encontrar um jovem que havia feito parte do programa GMM - Geração Muda Mundo da Ashoka Brasil - no mesmo período que eu. Para quem não conhece minha história, participei do programa como jovem com um empreendimento social e considero que foi o pontapé inicial para fazer tudo que faço hoje. Ele me contou que até hoje em sua cidade tinha pessoas que foram e continuam sendo impactadas pela iniciativa dele, uma escolinha de futebol para crianças e que sequer tem como medir os grandes impactos da sua ação e projeto. #Amei

  Esse caso, me fez pensar de como não conseguimos medir nossa influência positiva sobre as pessoas e que o poder de nossas ações reverberam por tempos e tempos sem sequer sabemos como é grande a transformação. Fiquei muito feliz com isso e logo compartilhei com pessoal que faz a Ashoka Brasil hoje, tenho certeza que o coração de quem trabalha com o empreendedorismo social vibra quando cases assim acontecem.

UFC Quixadá com Gabi Purcaru (Corredores Digitais) - Foto: Rafael Nascimento

   Bem...para concluir, o programa Corredores Digitais fechou inscrições no dia seguinte e contou com mais de 200 ideias de startups inscritas em todo o Ceará - a maior parte de jovens- fico feliz de contribuir com a cultura empreendedora no meu Estado e de ser influência positiva para os jovens que participarão do programa no ciclo 2017/2018. Go!!!


Bjos!
Manú Oliveira


domingo, 8 de outubro de 2017

Comenda Transformando Vidas - Educação de qualidade

  Na última quinta-feira, dia 05/10/2017, recebi durante a abertura do Fórum IEP de Sustentabilidaade, considerado um maior evento do Norte e Nordeste sobre a temática e organizado pelo Instituto Educação Portal (IEP), a comenda Transformando Vidas.

   A comenda privilegia a contribuição de personalidades cearenses com alguma das ODS's (Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis da ONU - Organização das Nações Unidas) para o desenvolvimento da sociedade. Nesta edição do fórum, fui homenageada com a comenda pelas contribuições com a educação através das ações realizadas pelo Social Brasilis (meu empreendimento social) desde 2015.

via GIPHY

 Nossa ODS é educação de qualidade e sinceramente, fiquei muito grata pela indicação e homenagem, soou como um indicador de que nosso trabalho está dando certo e contribuindo positivamente para a sociedade como um todo.

  Esse já é o terceiro prêmio que recebemos somente em 2017 e são indicações que escolhemos bons caminhos e rumos melhores. Em fevereiro recebemos, em cerimônia em Curitiba-PR, o Prêmio Ozires Silva de empreendedorismo sustentável pela melhor metodologia de empreendedorismo na educação e menção honrosa do prêmio pela metodologia gamificada Game Olhares e agora a Comenda Transformando Vidas. Somos gratos, sou grata por tudo isso.

 O Social Brasilis é um negócio social que atua para o empoderamento de pessoas através da educação e da tecnologia digital, desenhando programas educacionais e corporativos cuja base é o empreendedorismo social casado a tecnologia para geração de impacto por intermédio de plataformas virtuais de aprendizagem. Desde 2015 já passaram por nós mais de 500 pessoas (alunos) diretamente e mais de 08 mil pessoas indiretamente que consomem nossos conteúdos, se engajam em nossas campanhas e ingressam em nossa rede. Esses números só foram possíveis pela dedicação integral da equipe, parceiros, amigos e familiares.

Durante a abertura do Fórum IEP no Shopping RioMar Fortaleza

 Queremos avançar ainda mais, como costumo dizer "sequer arranhamos a superfície ainda", temos muito ainda para fazer. Por isso, a frase é "pra frente, sempre pra frente...avançar sempre" temos um mundo de coisas para contribuir.
  A  premiação foi noticiada pelo Diário do Nordeste, maior mídia jornalística impressa do Nordeste - no caderno regional "Sertão Central" na versão online - narrado diretamente da minha cidade natal, Quixadá-CE, de onde sinto muito orgulho de pertencer e representar. Link para a matéria do repórter Alex Pimentel aqui

 Que venham novos desafios, descobertas e aprendizagens, estamos à caminho para fazer o melhor possível.

Abraços,
Manú Oliveira
#Gratidão

domingo, 24 de setembro de 2017

Um festival de boas ações da nossa juventude!

   No primeiro semestre desse ano recebemos um presente enorme da Rede CUCA - institutos da Prefeitura Municipal de Fortaleza para a juventude - dar consultoria e acompanhamento para 15 projetos de juventude contemplados no VI edital Ação Jovem - um edital que contempla ideias e projetos da juventude da periferia dando um investimento financeiro semente, e acompanhei, junto a minha equipe no Social Brasilis, essas ideias incríveis.


 Resolvemos possibilitar uma experiência de consultoria diferente para esses grupos de jovens, aspirantes a empreendedores sociais. Dividimos o acompanhamento em assuntos padrões que envolvem o gerenciamento de projetos, como: gerenciamento de recursos, comunicação, metas, indicadores, avaliação e sustentabilidade. Desenvolvemos um plano simples de comunicação para cada projeto, os colocando e contribuindo para a posição e comunicação dos mesmos em sites de buscas e redes sociais. Para isso, elaborei 15 narrativas publicitárias de cada iniciativa com a ajuda do Elvis Alves - da comunicação criativa do Social Brasilis - e jogamos na rede. 

  Escrever cada um desses textos foi massa, incrível e cheio de motivação. Naveguei em cada história, em cada sonho de transformação e nos resultados que jovens, quando juntos, organizados e apoiados, são capazes de fazer/transformar.

  Segue abaixo a lista de textos e projetos com suas devidas temáticas caso você queira conhecer, se inspirar e começar algo em sua comunidade, escola, universidade, etc. Se jogue nessas histórias inspiradoras:

1- Documentário Rotinas - audiovisual para mostrar a realidade dos ambulantes do bairro Jangurussu em Fortaleza-CE - aqui.

2- A fotografia como instrumento de transformação social e linguagem social - aqui.

3- Arte circense na comunidade - aqui.

4- Produção cultural, música e formação - aqui.

5- Genocídio da juventude, violência e a arte - aqui.

6- Curtas, produção audiovisual e comunidade em foco - aqui.

7- Transformação na comunidade para famílias - aqui.

8- Universo LGBT e a juventude - aqui.

9- Educação ambiental e farmácias vivas - aqui.

10- Cultura Geek (Nerds) - aqui.

11- A moda e a juventude - aqui.

12- Cultura, esporte e lazer - aqui.

13- Narrativas e arte urbana - conceito de cidades - aqui.

14- Um jogo de tabuleiro para desenvolver a visão crítica e social - aqui.

15- Jogos digitais e a profissão gamer - aqui.

E aí, qual desses projetos você mais curtiu? Qual área ou campo você mais se identificou? Qual foi sua maior inspiração?

Não esqueça...inspiração é apenas o primeiro passo, o seguinte é a AÇÃO. Fomente ações por aí, conheça a campanha #EuSouProtagonista 2017 do Social Brasilis, participe! Seja um protagonista social! 


Abraços,
Manú Oliveira!!!

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Uma pulseira de miçangas e fitas!



Não, não é uma das minhas melhores criações! Mas...é lindinha e fácil de fazer. Para quem inicia no mundo das bijús, é um achado.


Sabe aquelas pulseiras de contas (miçangas) que tem um laço de cetim do lado? Pois é, eu queria uma dessas...hihi!

Eu fiz...usando miçangas de plástico que quase não uso e ficou assim:



Usei três pedaços de linha de silicone, amarrei e em cima do nó coloquei o lacinho.

Ficou Paty, Penélope...minha cara.


Bjs Rosados!

terça-feira, 23 de abril de 2013

Porta-livros com caixa de cereal!


Oi,

Acho que essa semana irá ser a semana da sustentabilidade, estou frisando muito isso e é muito necessário.

Trago um porta-livros de caixa de cereal, (ontem foi um porta-treco de rolos de papel higiênico clique aqui para ver), para a inspiração hoje. Eu, além de pínceis, tenho muitos livros que ficam em minha estante na sala de visitas, porém, tenho sempre aqueles livros ou revistas que estamos tentando terminar de ler durante a semana e confesso...eu nunca li tanto na minha vida. :D

Para facilitar minha vida e evitar que meus livros (que no geral não são meus, hehehe) fiquem jogados pela casa, fiz esse porta-livro de uma caixa de cereal.

No detalhe minha boneca africana ;)


Inicialmente, ví essa ideia no Blog da minha irmã (conheça clicando aqui) e adorei. Segue as dicas com algumas adaptações da Manú...claro,hehe!

1- Cortei a caixa em diagonal, como na imagem acima.
2- Literalmente piquei folhas de revistas e colei os pedacinhos em toda a caixa com cola branca.
3-Passei uma base para artesanato ou a famosa tinta branca para papel.
4- Dei pinceladas com tinta para papel vermelha na caixa e esperei secar.
5- Fiz os contornos do papel picado com cola dimensional com gliter (ver detalhe abaixo).


Mosaico
Gostou?

Meus problemas acabaram...rs!

Bjs didáticos!

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