22 dezembro, 2019

10 séries do Netflix que inspiram ao empreendedorismo

Olá,

Uma lista com 10 séries do Netflix que são, para mim, uma inspiração ao meu processo como empreendedora e que de alguma forma me motivaram a ser uma empreendedora melhor.

Ter momentos de pausa e para se inspirar com alguma história real ou do mundo da ficção é demais para todos as pessoas e principalmente, para os empreendedores que enfrentam rotinas surreais de trabalho e muita transpiração. Então, eis aqui uma pequena lista que me gerou inspiração e que agregaram valor:

1- Reese Entrevista -Uma série de entrevistas com mulheres empreendedoras de todas as áreas feitas pela atriz e produtora Reese Witherspoon. Um dos objetivos da série é mostrar viradas de mesa, pessoas que tinham outras profissões e decidiram empreender e outras que simplesmente resolveram seguir os próprios sonhos. Tem muita diversidade na série de cantores que marcaram época passando por cineastas e mulheres na carreira militar.

De todos os episódios pude tirar algo marcante - um ensinamento massa sobre o setor do empreendedorismo feminino e de como trabalhar com a inovação. Os episódios 2 com Ava Duvernay, primeira cineasta negra dos estúdios Disney, o episódio 3 com a cantora Pink falando sobre maternidade e o 4 (o mais bafônico) com a jornalista e escritora Elaine Welterolf e a artista e poeta Cleo Wade é super de impacto social.

Amei!

Fonte imagem: Netflix Oficial


2- Chef's Table - Uma série sobre a história, jornada e criações dos maiores chefes de cozinha da atualidade. Composta por 06 volumes, a série é um tapa na cara de quem acha que se chega super rápido ao sucesso no mundo do business. A série destaca a criatividade e a inovação diária, além da busca pelo aprimoramento e a difícil jornada no início de carreira de muitos chefes consagrados.

Meus episódios favoritos estão no Volume 2 - episódio 01 com Grant Achatz e o episódio 2 com o brasileiro Alex Atala, no volume 3 o episódio 1 com a monge Jeong Kwan, são demais!

Fonte imagem: Netflix Oficial


3-  O Código Bill Gates - Série, em formato de documentário, que mostra o dia-a-dia e a história de Bill Gates, um dos homens mais ricos do mundo. A série me inspirou mais pela rotina do Bill conduzindo a Fundação Bill e Melinda Gates que tem buscado ideias de tecnologias sociais que resolvam problemáticas globais e que possam ser replicadas em escala. A fascinação pela leitura, a curiosidade aguçada de Bill também é um ponto interessante do Doc, além da "Think Week" uma espécie de retiro de uma semana em uma casa de campo, onde Bill tira para ler e pensar quando precisa tomar importantes decisões e que precisam ser mais acertadas e de impacto. Quem pode, pode, né?

Fonte imagem: Netflix Oficial


4- Girlboss - Uma série do Netflix, mas de origem da literatura, baseada no livro de mesmo nome e que conta a história de uma garota falida e rebelde (descrição Netflix) que resolve iniciar um negócio online estilo brechó que dar origem a um dos negócios online mais lucrativos até então. A série é legal, mas não é tão emocionante, mas dar para tirar importantes lições como trabalhar com o que se tem e mobilizar recursos e pessoas próximas para começar algo.

Fonte imagem: https://seriemaniacos.tv/girlboss


5- Atelier -  Uma série de 13 episódios de origem japonesa, super caricata, diria um pouco "forçada" de emoções dos personagens, parece uma novela mexicana em alguns momentos (rsrs). Porém, conta a história de uma jovem que embarca em uma jornada de aprendizado no universo de uma marca de lingeries sob medida. Nessa jornada ela se transforma, convive com tudo desde uma possível falência da marca, a uma exposição para reinventar o marketing e branding da marca. É interessante e começa a ficar melhor a partir do 3º episódio.

Fonte imagem: Netflix Oficial


6- Mary Portas - Secret Shopper - Uma série mais voltada ao varejo, para quem tem uma loja física, útil em dicas de vendas, postura da área comercial, atendimento ao cliente e design de produtos, além da infraestrutura e design do espaço físico.

O episódio 01 da série é fantástico - uma loja de roupas para festas com um casal super simpático e inclusivo.

Fonte imagem: Netflix Oficial


7- Abstract - Uma série com duas temporadas que conta um pouco sobre o processo criativo de várias áreas desde designers até artistas. É bacana, os primeiros episódios são um pouco monótonos, mas dar para visualizar muito bem os processos e bloqueios criativos de várias áreas. Criatividade e inovação são palavras-chave nessa série. 

Fonte imagem: Netflix Oficial



8- Gaga: Five foot two - Documentário massa sobre a cantora Lady Gaga - aí você me pergunta, o que tem a ver com empreendedorismo? Muitas coisas! Construção de imagem,bastidores, produção e lançamento de novos produtos, marca e dores emocionais e estresse, típico dos bastidores de grandes cases. Vale a pena, virei fã da cantora depois que assisti ao Doc, não sabia muita coisa sobre ela antes e fui buscar mais a partir disso.

Fonte imagem: Netflix Oficial

Indico também o Doc da Beyonce, Life is but a dream - não está mais na lista Netflix - mas tem, por partes, no Youtube.

Parte 1 - aqui
Parte 2 - aqui
Parte 3 - aqui
Parte 4 - aqui

#Ficaadica

9- Sem medo da vergonha -  Um documentário sobre um jovem estilista argentino, muito excêntrico, porém, muito criativo, profissional, intuitivo e profissional, que constrói uma marca freelancer e ganha clientes e fãs pelo seu carisma, profissionalismo e trato personalizado com cada um de seus clientes. É massa, pode não agradar a todos os públicos porque realmente é um Doc estilo life style mas consegui pegar essas características bacanas durantes os 06 episódios.

Fonte imagem: Netflix oficial


10- Vai Anitta - Série de 06 episódios sobre o dia-a-dia da cantora Anitta. Você pode até não curtir Anitta e tudo bem com isso, mas a série é bem legal porque foca em momentos business da cantora que é sua própria empresária. Momentos que precisa tomar a decisão final, conduzir equipe, ter ideias bafônicas e perceber qual é seu local de voz no processo de produção e decisão. A jornada do empreendedorismo é um processo de aprendizagem para todo mundo, para todo mundo mesmo.

Fonte imagem: Netflix Oficial


Essas são minhas séries eleitas e que provocam um processo de inspiração mesmo. Assisti a cada uma e em mim surgiu uma grande motivação e admiração pela jornada de outros empreendedores. Assista alguma e diga-me o que achou, crie também sua lista de inspiração, indicações são sempre bem-vindas no mundo do ciberespaço. 


Até mais!
Manú Oliveira


05 novembro, 2019

Consultorias e projetos de desenvolvimento: construindo uma cultura organizacional

Aceitei o desafio em contribuir no desenvolvimento de projetos e consultorias de impacto em paralelo com a jornada de empreender. 

Aceitei o desafio de reconstruir toda uma instituição e prepara-la para uma grande inovação. Como preparar uma até então organização de base comunitária de uma cidade interiorana com dificuldades em políticas públicas a receber um grande centro de inovação em sua base? Com tecnologia de ponta e tudo que o mercado do empreendedorismo é capaz de ofertar? E as pessoas, estavam preparadas? E o município, qual era o cenário? O que esperavam receber, como enxergavam a cidade? 

A minha missão era saber de tudo isso e construir, em processo de co-criação, projetos que sanassem as problemáticas levantadas e as novas tendências para o novo espaço de inovação.

Me coloquei em campo e fui conhecer as pessoas. Pessoas é que movem tudo e que produzem a inovação social.

Usei ferramentas de empatia e entrevistas para tentar entender e interagir com o todo da organização: funcionários, voluntários, educadores, beneficiários, comunidade do entorno. Foram jornadas de entrevistas e transcrições de relatos, captando os sentimentos, incômodos, sonhos e esperanças das pessoas. Uma descoberta incrível! Olhar um espaço e projetar um futuro pelo olhar das pessoas. Eis algumas frases marcantes:

"Tenho medo da não mudança, muita gente tem medo que as coisas mudem, eu já tenho medo da estagnação."
*** 
"Sonho em trabalhar o hip hop e o grafitte como espaço para a formação humana, para a cidadania, assim como a arte salvou minha vida." 
*** 
"Estamos na era do conhecimento mas, ao mesmo tempo, na era da imaturidade. Não sabemos lidar com tanta informação, somos incapazes de nos conectar enquanto pessoas." 

Depois de escutar todos os ativos envolvidos no trabalho, a hora de construir as matrizes de apontamentos chegou e tudo pareceu bem linear aos olhos de todos. 

Hora do plano de ação!
Mudar a cultura organizacional, estimular pessoas, dar voz a quem não se sentia representado, mudar móveis de lugar, reorganizar espaços. Preparar, formar, criar novas ideias...

Exemplo de modelo de plano de ação - fonte imagem treasy.com.br aqui

Agora, partir para a cidade, para o todo. Um mundo desconhecido e quantas mensagens de conexões via whatsapp. O esquema era alguém que conhece alguém em tal lugar? rsrs! Passando link de grupo em grupos. Um processo 100% orgânico e por isso mesmo, lento e direcionado.

Uma mágica chegar a opiniões de locais que responderam minha pesquisa e assim gerar um apontamento para a cidade. Era a base esperada para construir ideias e projetos de inovação futuros, mapear parceiros, conversas, reuniões e articulações. Isso é apenas a base, imagine só!

O que falta na cidade, de acordo com a população?

Se foram seis meses de muita atividade e realização. 
Produtos dessa fase 1?

-Uma equipe de gestão formada;
-Indivíduos que ganharam vida e notoriedade na equipe;
-Perfis individuais de agentes locais;
-Uma análise de ambiente interno;
-Mapeamento local de ativos e parceiros;
-Uma pesquisa de mercado;
-04 propostas de projetos para o novo centro com orçamento apurados.

Foi incrível! 
Esperem por a fase 2, será intensa. Vem muito impacto social positivo por ai.

11 outubro, 2019

Educação 4.0 você ver por aqui...

Fiz uma série de artigos para o Linkedin falando sobre o conceito de Educação 4.0 e agora compartilho aqui em meu space também.


A educação 4.0 está em alta porque busca preparar o profissional do futuro para a nova economia, o que inclui, também, o capitalismo consciente, um ecossistema profissional mais sustentável e de impacto social, para a indústria 4.0 e sobretudo, para o empreendedorismo 4.0, ou seja, para pessoas criarem seus próprios postos de trabalho em uma economia que tem mudado bruscamente impulsionada pela inovação tecnológica.

Com pessoas mais preparadas para o futuro das coisas, geramos mais desenvolvimento social e econômico, incentivando novos postos de trabalho, equipes corporativas mais eficazes, criação de mais tecnologia para o impacto social positivo,além de novos empreendedores, que geram renda e movimentam a economia de ponta a ponta. 

Muitos postos de trabalho em um futuro bem próximo deixarão de existir, a automação e a inteligência artificial é um novo olhar para o futuro e para cidades mais sustentáveis e inteligentes, precisamos preparar a população para receber esse processo de inovação e para, também, gerar inovação. 
Aplicação Game Olhares - Sertão pernambucano

Vamos aprofundar a leitura dos artigos nos links abaixo e lembrar que eles estão disponíveis também no site oficial do Social Brasilis - disponível aqui.

1- O que é Educação 4.0 e suas habilidades? - aqui.

2- Educação 4.0: trabalhando com projetos em sala de aula  - aqui

3-Educação 4.0: trabalhando com projetos em sua empresa - aqui

4- Educação 4.0: trabalhando com projetos em sua comunidade - aqui

Fica a vontade para comentar e interagir sobre essas temáticas e sobre como trabalhar com elas em seu ambiente de trabalho ou em seus projetos futuros.


Boa leitura!

02 outubro, 2019

Educação 4.0: trabalhando com projetos em sua comunidade

Em meio às transformações tecnológicas e sociais que temos vivido, todos e todas tomam parte nesse avanço. As nossas classes C, D e E que formam a nossa base da pirâmide econômica e social no Brasil e por isso mesmo, formam a força produtiva e de trabalho do país, mas que o acesso a oportunidades de formação e trabalho são mais escassas e insipientes para esse público, precisam ser incluídas na transformação educacional para a nova economia.

O terceiro setor, formado pelas organizações da sociedade civil (OSC’s), são responsáveis por boa parte do trabalho destinado a esse público, buscando incluí-los e gerar valor de impacto social agregado ao desenvolvimento de territórios. O setor 2,5, formado pelos negócios de impacto social ou organizações híbridas (parte organizações sociais mas que possuem área de negócios acopladas) também buscam nesse público gerar impacto social positivo e ao mesmo tempo sustentabilidade financeira, buscando incluir e trabalhar a autonomia social e econômica dessa população. 


Esses agentes que trabalham proporcionando essa transformação na vida dessas pessoas que formam nossa base da pirâmide são peças chave para levar o conhecimento tecnológico e a educação para o acesso e uso positivo das redes em frente, fazendo com que a tecnologia digital também seja um suporte para a geração de valor na comunidade.

Se toda a nossa população está a mercê do avanço tecnológico veloz, o que dizer de quem ainda não tem acesso suficiente a ele e muito menos oportunidades de formação e trabalho no campo? 

                                         “Somos o 4º país mais conectado do mundo, 
                           mas o uso da tecnologia digital é considerado insipiente.”
                                                                 (GOOGLE, 2019)


Como trabalhar a educação 4.0 uma comunidade ou com beneficiários de uma instituição social? Segue nosso case do Programa de Embaixadores Sociais do Social Brasilis.

“O nosso Programa de Embaixadores Sociais é uma iniciativa gratuita, 100% digital e que estimula pessoas de todos os lugares do país a pensarem e a desenvolverem projetos de impacto social em comunidades, escolas, universidades e instituições sociais, tendo como desafio usar a tecnologia digital como um canal ou suporte durante as ações e atividades desse projeto social. O primeiro piloto do programa iniciou em junho/2019 com 88 embaixadores de todo o Brasil, trazendo diferentes temáticas para se pensar projetos e ações para elas, temáticas como: Inteligência emocional para professores, plataforma de capacitação para o 3º setor, preservação de mangues, rede de vendas para artesãs, capacitação em mídias sociais e digitais e etc; O programa possui uma jornada interativa de 10 passos que levam a construção de um projeto do zero, além de material didático e mentorias, e tem duração de 03 meses. Os embaixadores ainda são avaliados através das habilidades 4.0 através do impacto social gerado por seu projeto.”

E aí, em sua comunidade ou alguma instituição social que você conhece, o que você pode fazer para ajudar a construir impacto social positivo? 

Você sabia que além do Programa de Embaixadores Sociais, o Social Brasilis desenvolve metodologias e programas que buscam capacitar as pessoas por meio da educação 4.0, tornando-as autônomas tecnologicamente e independentes financeiramente? Veja nosso site e conheça mais nossos serviços: https://socialbrasilis.com.br/trabalhe-conosco/ ou fale diretamente conosco: contato@socialbrasilis.com.br

Esse é o último artigo da série Educação 4.0 a partir de cases do Social Brasilis. Ainda há muito o que se falar a respeito, espero que esse conteúdo tenha servido para uma introdução ao assunto...em breve, mais informação e conteúdo produziremos sobre isso através das redes. 

Artigo original no Linkedin - aqui 

01 outubro, 2019

Educação 4.0: trabalhando com projetos em sua empresa

A nova economia tem chegado a passos amplos. Quem já não ouviu falar sobre ela ou sobre o capitalismo consciente ou a indústria 4.0? O ambiente corporativo mudou com o avanço tecnológico e por isso, as demandas para compor o quadro do funcionalismo também mudaram, busca-se agora profissionais que pensem diferente,que sejam inovadores, criativos, com senso de iniciativa e que tragam o conceito do impacto social e de visão crítica aguçados ao time. 

Procurar por profissionais assim tem sido a demanda dos RH’s (Recursos Humanos) de várias instituições. As habilidades 4.0 estão em pauta nessa busca. Se procura por profissionais que trabalham bem em equipe, possuam valores sociais e visão crítica e possuam ainda a capacidade de pensar soluções para problemas complexos do meio. Tudo isso são frutos de uma educação 4.0 bem estruturada, livre e sobretudo, significativa, desde a escola. Profissionais como esses interagem com o meio corporativo e do entorno corporativo agregando valor para todos os envolvidos e são capazes de acompanhar o boom tecnológico e as diversas inovações sem comprometer sua colocação profissional ou ser substituído por elas, ao contrário, esse profissional também cria e desenvolve tecnologia de auxílio ao seu trabalho. 

Oficina de empreendedorismo 4.0 com a Aliança Empreendedora em São Paulo-SP

A indústria 4.0 procura profissionais empreendedores capazes de desenvolver projetos, novas ideias, envolver pessoas e dominar a tecnologia para a geração de valor, para todos, sobretudo, para o planeta. Pensar sustentável também é 4.0 e pensar soluções para diminuir o impacto negativo do crescimento e desenvolvimento industrial é urgente e necessário.

Desenvolver os profissionais do futuro da economia e até mesmo um staff (equipe) já existente em sua empresa com um treinamento embasado nessas novas competências é essencial para largar na frente e ter retorno significativo. Eis aí o trabalho com a educação 4.0 no ambiente corporativo para estimular, sobretudo, o intraempreendedorismo e a inovação dentro da sua instituição. 


             "Intraempreendedorismo é a versão em português da expressão ''intrapreneur'', que                  significa empreendedor interno, ou seja empreendedorismo dentro dos limites de                                                             uma organização já estabelecida." 
                                                                     Fonte:Wikipédia


O estímulo a isso pode vir através da resolução de desafios e a criação de soluções pautadas e construídas por projetos. Projetos que podem ser desenvolvidos pelos colaboradores corporativos. Veja um exemplo:

“No Social Brasilis temos um produto chamado inovação criativa para empresas destinada, sobretudo, para a área de recursos humanos para treinamento de staff ou formação continuada de professores. Nesta formação objetivamos desenvolver o perfil do colaborador 4.0 para pensar no âmbito das novas tecnologias e economia. Seguindo uma sequência de resolução de jogos e dinâmicas de desenvolvimento de habilidades, o profissional é desafiado a solucionar questões complexas junto a uma equipe, dominar a comunicação e desenvolver o raciocínio lógico. Além disso, precisam construir um psicodrama da equipe com elementos surpresas que modificam a trama a todo momento, para retratar sua visão crítica e social e apresentar a todos em formato de projetos.”

Com essa iniciativa as competências 4.0 podem ser potencializadas ou desenvolvidas nos colaboradores, seguindo o esquema proposto no quadro abaixo:

Matriz de habilidades 4.0 do Social Brasilis
E aí, onde você trabalha, que tipo de habilidades e competências podem ser trabalhadas em sua equipe?  

Você sabia que além da inovação criativa, o Social Brasilis desenvolve metodologias e programas que buscam capacitar as pessoas por meio da educação 4.0, tornando-as autônomas tecnologicamente e independentes financeiramente? Veja nosso site e conheça mais nossos serviços: https://socialbrasilis.com.br/trabalhe-conosco/ ou fale diretamente conosco: contato@socialbrasilis.com.br



Artigo original no Linkedin - aqui 

30 setembro, 2019

Educação 4.0: trabalhando com projetos em sala de aula

A tecnologia tem mudado tudo em nosso dia-a-dia. Em 1996, quando ainda não se falava sobre inteligência artificial, big data ou em empreendedorismo disruptivo, Pierre Levy, filósofo francês, já pedia para que fosse feito um grande esforço para aprender, pensar e compreender toda a amplitude da virtualização das coisas” (LEVY, 1996, pp.11-12). Mais de 10 anos depois, esse esforço precisa ser cada vez maior, pois a virtualização das coisas tem mudado, rapidamente, nosso futuro e até mesmo profissões deixarão de existir ou serão modificadas totalmente pelo avanço tecnológico. Estamos preparados para isso? Estamos preparando o futuro da nossa sociedade, que são crianças e jovens, para vivenciar um mundo cada mais digital e tecnológico? Que tipo de danos e consequências essa virtualização tem trazido? E o que podemos impulsionar para gerar um impacto positivo através dela?

A educação 4.0 pode trazer resoluções para essas questões, o que a faz cada vez mais necessária em nossos dias. É preciso desenvolver habilidades necessárias ao cidadão do futuro e esse futuro já está acontecendo. Para conviver com as inúmeras inovações, para ser o profissional que a  indústria 4.0 passa a buscar, para trabalhar com visão crítica e social buscando soluções para problemas complexos, para converter toda a massa de informação que recebemos diariamente em conhecimento válido e significativo e um dos mais importantes...ter inteligência emocional para toda essa mudança. Essas são apenas algumas das habilidades e competências que a educação 4.0 objetiva-se a desenvolver. Se tudo tem mudado, a educação através da escola também precisa mudar, não acham?


Após inúmeras discussões e debates com professores e especialistas da área,a BNCC - Base Nacional Comum Curricular - está em fase de construção e ela determina mudanças que uniformizam escolas públicas e privadas em uma única direção didática, buscando trabalhar habilidades e competências uniformes para crianças e adolescentes. Ela determinará, também, diretrizes para a formação continuada de professores para serem treinados nessas novas competências 4.0, sobretudo.

Uma alternativa eficaz para já desenvolver uma turma ou sala de aula nesses quesitos é através das metodologias ativas da educação, que são:

“As metodologias ativas consistem na mudança do paradigma do aprendizado e da relação entre o aluno e o professor. O aluno passa então, a ser o protagonista e transformador do processo de ensino, enquanto o educador assume o papel de um orientador, abrindo espaço para a interação e participação dos estudantes na construção do conhecimento.” (Fonte: somospar.com.br)

 Uma das práticas ativas é a aprendizagem mediada por projetos ou por desafios, que usamos bastante em programas do @socialbrasilis para trabalhar também a visão empreendedora do público. Experimente levar para a sala de aula um desafio da comunidade do entorno escolar, da escola, da sociedade para saber a opinião dos alunos, o que pensam a respeito e o que esperam do futuro sobre isso. A partir disso, busque trabalhar os sonhos dos jovens para aquela esfera e os façam pensar que coisas podem ser pensadas para começar a resolver o problema agora, com aquilo que possuem em mãos ou que pode ser captado na escola ou no entorno escolar.

Exemplo:

Em uma turma do programa Game Olhares do Social Brasilis - programa gamificado que busca desenvolver em jovens habilidades 4.0 e da cultura digital - trabalhamos os sonhos da turma para a sociedade. Diversos sonhos saíram, mas o de um garoto de 12 anos chamou atenção: melhorar o trânsito local da cidade, principalmente, em frente a escola, onde o tempo dos semáforos estava descoordenados de acordo com ele e além disso, faltava sinalização que orientassem pedestres e motoristas. Nosso facilitador perguntou: E aí o que podemos fazer para começar a solucionar esse problema? O jovem, junto a sua equipe, foram a campo e fotografaram, usando as câmeras dos celulares tudo o que viram no trânsito da cidade e elaboraram um material de conscientização em vídeo explicando as pessoas a importância de entenderem as regras do trânsito para maior segurança de todos. O projeto da turma foi visto por toda a instituição e seus professores para que medidas fossem tomadas mas, acima de tudo, ensinadas a todos. 

Esse é apenas um exemplo, mas muitas outras nuances podem surgir.  Aguarde o próximo artigo sobre educação 4.0 no ambiente corporativo.

Conheça o Social Brasilis, negócio social cearense que desenvolve metodologias e programas que buscam capacitar as pessoas por meio da educação 4.0. Visite nosso site e conheça mais sobre nossos serviços: https://socialbrasilis.com.br/trabalhe-conosco/ ou fale diretamente conosco: contato@socialbrasilis.com.br

Artigo original no Linkedin - aqui

26 setembro, 2019

O que é educação 4.0?

Temos vivido, no decorrer da história, um grande boom de informações e avanço tecnológico. Quem acompanhou o final da década de 90 e início do anos 2000 com o pânico gerado pelo bug do milênio com o medo dos sistemas de computadores não registrarem o 00 da nova década e causar uma estagnação e caos mundiais, começou a sentir o que a tecnologia causava e ainda causa de espanto na sociedade. Hoje, na era da inteligência artificial, das novas profissões e comunicações parece absurdo, hilário, porém, real que estamos ainda acanhados com o advento, veloz, dessas novas tecnologias e por consequência, da nova educação e economia.

Toda essa transformação requer de nós, consumidores, estudantes, professores e profissionais, uma nova postura em relação às novas redes. Postura essa para lidar e crescer junto às novas tecnologias e não a mercê delas. Novas habilidades e competências estão sendo requeridas para vivenciar a transformação da sociedade em todos os âmbitos. Essas habilidades, que chamamos de habilidades 4.0, estimulam a todos a pensar fora da caixa, a estimular a criatividade, a inovação, a inteligência emocional e o uso tecnológico positivo desde a escola e isso não é novo, apenas se tornou uma necessidade mais latente no mundo de agora.


O conceito da educação das múltiplas inteligências para formar um cidadão mais integral para o futuro já era pincelado por Edgar Morin em “Os sete saberes necessários à educação do futuro” (2003) e Paulo Freire em sua aprendizagem significativa estimulando a visão de mundo do participante e o ensino prático e significativo para além da sala de aula (1992). A educação 4.0 visa formar a população em um ensino prático, significativo, com impacto social e que estimule o protagonismo das pessoas. Existem diversas técnicas, conceitos, estudos na área que buscam formar a pessoa para essa nova era de inovação e da economia.

Nessa série de artigos será retratado um pouco sobre como trabalhar pelo ensino/facilitação prática, baseada por projetos, em diferentes contextos: sala de aula, empresa e comunidade. Como trabalhar a educação 4.0 para o desenvolvimento de habilidades e competências do futuro em diversos ambientes e objetivando o desenvolvimento de indivíduos? Os exemplos estão pautados no trabalho realizado por nós, do Social Brasilis, através de casos reais e práticos oriundos do nosso trabalho de campo, tal como de exemplos pessoais trabalhando o empreendedorismo social em diversos contextos sociais.

Vamos juntos descobrir o que a educação 4.0 nos reserva! A partir desta semana um novo artigo para o trabalho com projetos em diferentes contextos. Serão 04 artigos para iniciar a educação 4.0 e desenvolver habilidades em pessoas.

Conheça o Social Brasilis, negócio social cearense que desenvolve metodologias e programas que buscam capacitar pessoas por meio da educação 4.0. Visite nosso site e conheça mais sobre nossos serviços: https://socialbrasilis.com.br/trabalhe-conosco/ ou fale diretamente conosco: contato@socialbrasilis.com.br

Texto original para o Linkedin - aqui

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